



Vestimentas
A autêntica cultura do povo e suas expressões estão alicerçadas em tradições, em conhecimentos obtidos pela convivência em grupo, somadas aos elementos históricos e sociológicos.
Seus legados e sua tradição, entre eles o seu modo de vestir, são transportados para as gerações seguintes, sujeitos a mudanças próprias de cada época e circunstância.
O homem do Rio Grande do Sul adaptou suas vestimentas baseado nas suas necessidades e no seu tipo de vida. Fica claro que os trajes, no decorrer da história, aceitam os processos de modernização e de transformação que uma cultura possa ter. A cultura é viva e, enquanto viva, ela se modifica. Essas modificações legaram ao gaúcho além de uma herança, beleza e identidade. Se os costumes são constantemente alterados no decorrer da história, nada mais claro de que os trajes também tenham tido uma modificação, mantendo, no entanto, a sua raiz.



Este trabalho tem como principal objetivo demonstrar como se deu a evolução da nossa Indumentária Gaúcha. Quando da realização desta pesquisa, me deparei com várias publicações sobre indumentária, de vários autores, como Antônio Augusto Fagundes, Vera Záttera, Paixão Côrtes e Edison Acri, que mostravam visões um pouco diferenciadas.
A Evolução da Indumentária Gaúcha
Os quatro trajes fundamentais:
Se formos dividir a história da indumentária gaúcha, veremos que ela se dá em 4 partes, e a cada uma delas corresponde uma indumentária feminina:
1 - Chiripá primitivo;
2 - Braga;
3 - Chiripá farroupilha;
4 - Bombacha.